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Nova gripe avi?ria representa "amea?a s?ria", dizem cientistas

Sexta-feira, 03 de maio de 2013

Última Modificação: 05/11/2018 13:47:26


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A cepa H7N9 já matou 24 pessoas e infectou mais de 125, de acordo com a Organização Mundial de Saúde com sede em Genebra (OMS)

A nova cepa da gripe aviária que está causando um surto mortal entre na China é uma ameaça à saúde mundial e deve ser levada a sério, disseram cientistas na quarta-feira.

A cepa H7N9 já matou 24 pessoas e infectou mais de 125, de acordo com a Organização Mundial de Saúde com sede em Genebra (OMS), que a descreveu como "um dos mais letais" vírus da gripe.

A alta taxa de mortalidade, o número relativamente grande de casos em um curto período de tempo e a possibilidade de que o vírus possa adquirir a capacidade de ser transmitido entre as pessoas elevam o risco de uma pandemia do H7N9, disseram especialistas.

"A OMS considera isso uma ameaça séria", disse John McCauley, diretor do Centro Colaborador da OMS para Influenza no Instituto Nacional de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha.

Falando em uma coletiva em Londres, especialistas em virologia disseram que os estudos iniciais sugerem que o vírus tem várias características preocupantes, incluindo duas mutações genéticas que tornam mais provável que, eventualmente, possa se transmitido de pessoa para pessoa.

"Quanto mais tempo o vírus ficar circulando sem restrições, maior a probabilidade de que comece a ser transmitido de pessoa para pessoa", disse Colin Butte, especialista em vírus da gripe aviária em Pirbright Institute da Grã-Bretanha.

Das cerca de 125 pessoas infectadas com o H7N9 até agora, aproximadamente 20 por cento morreram, cerca de 20 por cento se recuperaram e o restante ainda está doente. A infecção pode levar a pneumonia grave, septicemia e falência de órgãos.

"Esta é uma doença muito, muito séria para aqueles que foram infectados. Então, se isso vier a tornar-se mais difundida, seria um surto extraordinariamente devastador", disse Peter Openshaw, diretor do centro para infecção respiratória do Imperial College London.

Fonte: gazeta

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